domingo, 31 de outubro de 2010

aula de protugues 29-10-2010

                                               a velha contrabandista


Existia na fronteira entre dois países, uma velha, que todas as manhãs passava pelo barreira de um posto policial entre os dois país, montada numa motocicleta, tendo na garupa, um saco!
Neste posto, havía um policial com mais de trinta anos de profissão, que jurava para seu colega de corporação, que aquela velhinha era contrabandista.
----- Eulálio, eu tenho mais de trinta anos de profissão; já vi muita coisa neessa vida, e ninguém me tira a idéia que essa velhinha é contrabandista!?. Vamos apostar?!.
Muito curioso, na outra manhã, o policial ao avistar a velhinha se aproximando do posto policial, fez sinal para que a mesma parásse para averiguação.
------ Bom dia, vovó!
------ Muito bom dia seu policial!
------ Vovó, diz prá mim: eu tenho mais de trinta anos de profissão, conheço tudo quanto é malandragem, e ninguém me tira de cabeça que a senhora é contrabandista!!.
------ Que meu filho!
------ Vovó, diz prá mim : o que é que a senhora leva aí nesse saco?
------ É areia meu filho.
------ Posso averiguar?
------ Sim.
E o policial pegou o saco, abriu, jogou tudo na calçada, e, só continha areia. Muito sem graça, ele liberou a vovózinha, que mais uma vêz, passou pela barreira policial...
Outros dias se seguiram, e sempre, o policial se indagando:
------ É, eu ainda pego esta velhinha!
Passado muito dias, ele sempre abordando a velhinha na parreira sem sucesso; ele decidiu:
------ Amanhã,eu resolvo essa parada!
No outro dia, lá vinha a velhinha na sua motocicleta, quando o guarda:
------ Fiú... Alto lá! Vovó, eu tenho mais de trinta anos de profissão, conheço tudo que é malandragem, e ninguém me tira de cabeça que você está traficando alguma coisa!?. Vamos lá, conta prá mim, eu prometo que não vou te denunciar, não falo nada prá ninguém,mas me diz: o que é que a senhora trafica aí?
------ O senhor jura que não vai dizer nada prá ninguém?!.
------ Juro! Mas, me diz: qual é a parada?
------ É a moto meu filho!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

aula de artes 25-10-2010

                                                        Georges  Seurat 


Georges-Pierre Seurat (Paris, 2 de dezembro de 1859 - Gravelines, 29 de março de 1891) foi um pintor francês e pioneiro do movimento pontilhista, também chamado divisionismo.
Nascido em um meio burguês; seu pai, um funcionário público, era um homem solitário e esta característica seria herdada por Seurat. Em 1877, ingressou na Escola Superior de Belas-Artes de Paris, onde visitaria frequentemente o Museu do Louvre, seria aluno de um discípulo de Jean-Auguste-Dominique Ingres e sofreria fortes influências de Rembrandt e de Francisco Goya, e de Puvis de Chavannes. Seus estudos seriam interrompidos por um ano por motivos de serviço militar na base de Brest -- uma cidade do oeste francês -- onde fez numerosos esboços de barcos, de praias e do mar.

De volta a Paris, em 1880, Seurat se torna Mestre, inspirado pela obra de Michel Eugène Chevreul: A lei do contraste simultâneo das cores(1839).

A técnica do pontilhismo utilizada por Seurat deu origem ao neo-impressionismo e foi extensivamente utilizada na arte do século XX. Pode-se dizer que a teoria pontilhista foi precursora da televisão e da imagem digital.

Tal como Mondrian e Leonardo da Vinci, Seurat também recorreu à técnica da simetria dinâmica usando rectângulos de ouro nas suas pinturas.





eu entende que Georges-Pierre Seurat nasceu numa abastada família burguesa em Paris, e estudou na Escola de Belas Artes, para onde entrou em 1878. O seu trabalho, influenciado pelos mestres da renascença, caracterizava-se por ser extremamente disciplinado e ordenado. Embora influenciado pelos impressionistas, apreciando os seus valores e alicercis cientifico, Seurat rejeitou a espontaneidade e a ausência de forma destes, e  reintroduziu a estrutura e a formalidade na pintura.  

terça-feira, 5 de outubro de 2010

aula de matematica 05-10-2010

                                                      medida de surpeficie



As medidas de superfície estão diretamente ligadas ao nosso cotidiano, ao comprar um lote, pintar uma parede, ladrilhar um piso ou azulejar uma parede, o primeiro fato que precisamos saber é a medida da área das superfícies. Pelo SI (Sistema Internacional de Medidas), a unidade padrão usada para expressar uma medida de área é o metro quadrado (m²). A área de uma superfície é calculada através do produto entre o comprimento e a largura. Os múltiplos e submúltiplos do metro quadrado (m²) são:

Múltiplos: quilômetro quadrado (km²), hectômetro quadrado (hm²), decâmetro quadrado (dam²).
Submúltiplos: decímetro quadrado (dm²), centímetro quadrado (cm²), milímetro quadrado (mm²).

As unidades de medidas de superfície podem aparecer em qualquer uma das unidades citadas, de modo que podem ser transformadas de uma unidade para outra.

eu entende Medida de Área é uma grandeza -  Existem várias unidades de medida de área, sendo a unidade-base para medida de área mais utilizada o metro quadrado (m2) - outras medidas derivam desta: 01 hectare = 10.000 m². Medir é comparar uma quantidade de uma grandeza qualquer com outra - área é a quantidade de espaço bidimensional, ou seja, de superfície.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

aula de artes 20-09-2010

O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente, quadrada,[1] em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante.[2] Esta face pode ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo. O azulejo é geralmente usado em grande número como elemento associado à arquitetura em revestimento de superfícies interiores ou exteriores ou como elemento decorativo isolado.[1]
Os temas oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas etc) aplicados a paredes, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos (igrejas, conventos), de habitação e públicos.[3]
Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos,[3] onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflete, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época[3].
Atualmente, a procura por azulejos tem se dado menos por seu valor decorativo e mais por suas características impermeabilizantes, sendo muito utilizado em cozinhas, banheiros e demais áreas hidráulicas.

aula de filosofia 04-10-2010

A arquitetura (AO 1945: arquitectura) (do grego αρχή [arché] significando "primeiro" ou "principal" e τέχνη [tékton] significando "construção") refere-se à arte ou a técnica de projetar e edificar o ambiente habitado pelo ser humano. Neste sentido, a arquitetura trata destacadamente da organização do espaço e de seus elementos: em última instância, a arquitetura lidaria com qualquer problema de agenciamento, organização, estética e ordenamento de componentes em qualquer situação de arranjo espacial. No entanto, normalmente a arquitetura associa-se diretamente ao problema da organização do homem no espaço (e principalmente no espaço urbano).
A arquitetura como atividade humana existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries. Uma definição mais precisa da área envolve todo o design (ou seja, o projeto) do ambiente construído pelo homem, o que engloba desde o desenho de mobiliário (desenho industrial) até o desenho da paisagem (paisagismo), da cidade (planejamento urbano e urbanismo) e da região (planejamento regional ou Ordenamento do território). Neste percurso, o trabalho de arquitetura passa necessariamente pelo desenho de edificações (considerada a atividade mais comum do arquiteto), como prédios, casas, igrejas, palácios, entre outros edifícios. Segundo este ponto de vista, o trabalho do arquiteto envolveria, portanto, toda a escala da vida do homem, desde a manual até a urbana.


eu entende que Primeiramente, a arquitetura se manifesta de dois modos diferentes: a atividade (a arte, o campo de trabalho do arquiteto) e o resultado físico (o conjunto construído de um arquiteto, de um povo e da humanidade como um todo).